sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Rochester to my Eyre

There's a point where plainness is no longer a virtue,
when it becomes excessively bald, wrenched.

Theodore Roethke

3 murmúrios:

Rui 2 de janeiro de 2009 às 22:07  

Speak plain, woman! :P

Bruno Fehr 3 de janeiro de 2009 às 01:32  

Nunca vi "plainness" como uma virtude, caso contrário seria uma virtude ser plain stupid, ou plain stubborn.

Por isso acho que: "to be plain is plain boring"

That is just my plain opinion :D

skunk 3 de janeiro de 2009 às 07:25  

plain = juventude, frescura, inocência de saberes e modos...

mas tudo amadurece, e quando os modos não acompanham as rugas, revela-se a aridez em todos os seus marcados vincos.

Não conhecia o autor, mas vou guardá-lo no final da galeria "arte do insulto".

...

:D